quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

A secretaria de Saúde capacita profissionais da Atenção Básica na sexta em Igarapé Grande


Nesta sexta-feira (25) acontecerá a capacitação para os profissionais da Atenção Básica, cujo tema versa sobre: Tratamento da Hanseníase, Diagnósticos e Cuidados com os Portadores da Patologia, promovido pela Secretaria de Saúde e Prefeitura Municipal de Igarapé Grande, a partir das 08:30h no Salão Paroquial, na Igreja Católica, centro de Igarapé Grande (MA), a mais de 300 km da capital.

O treinamento vai dar oportunidades de esclarecer junto aos profissionais de saúde, todos os detalhes do que é a Hanseníase, come se transmite a doença e também vai se discutir ainda as formas de Hanseníase e como realizar o tratamento. Na oportunidade vão discutir sobre a questão Hanseníase e preconceitos, que é o fator mais relevante no caso – o preconceito. Em se tratando desse substantivo é ele causador de danos irreparáveis nas pessoas portadoras da doença, devido o preconceito, de familiares e da sociedade, que faz com que as pessoas evitem o contato com os portadores de hanseníase.


Secretária de Saúde Raquel Evangelista 

“Devido ao preconceito a hanseníase ainda é uma doença desconhecida, e as pessoas não conhecendo como se pega e as formas de transmissão da doença, o Mistério da Saúde resolveu colocar o nome de Janeiro Roxo, enfocando e realizando várias atividades relacionadas ao tema, por isso o treinamento com todos os agentes da Atenção Básica,” disse a secretária de Saúde Raquel Evangelista.

Enfermeira Maria Cristina Carneiro Vieira

Segundo a enfermeira Maria Cristina Carneiro Vieira coordenadora da Vigilância Epidemiológica, a hanseníase é uma doença que se diagnosticada corretamente ela tem cura. E existem quatro formas da hanseníase em duas delas não são contagiosas e o tratamento é feito em apenas seis meses e no caso das duas formas que são contagiosas com o diagnóstico será tratada em um ano, e gratuita. “Se o tratamento for iniciado tão logo se descubra a doença o paciente recebe a cura em até 100%,” disse.

Coordenadora da Atenção Básica, Fabiana Meireles do Nascimento

Já a coordenadora da Atenção Básica, Fabiana Meireles do Nascimento, falou que vai discutir com os profissionais da saúde os indicadores do Programa de Qualificação das Ações de Vigilância em Saúde, que são 14 indicadores, no caso, onde sete deles são praticamente obrigatórios e compactuado com o estado, que o município tem que alcançar, para haver a certificação que a saúde está se desenvolvendo.

Um desses indicadores, exemplificando, é o SIM – Sistema de Informação de Mortalidade que procura saber se a saúde do município está informando os óbitos, outro é a declaração dos nascidos vivos. E também outro indicador é o DIS, que se trata de HIV e Sífilis, que faz o controle da quantidade de pessoas infectadas com a doença. Já a Hanseníase e a Tuberculose o município deve monitorar para não ter um surto da doença.



ASCOM – Assessoria de Comunicação da Prefeitura Municipal de Igarapé Grande (MA).


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